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retorn

Estou de volta!!!!

visitem:

www.ssaude.org.br



 Escrito por paulo sëa às 00:52
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VISITEM E AJUDEM SE FOR POSSÍVEL!!!

Abrigo Acolhedor



 Escrito por paulo sëa às 13:04
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Feliz Dia do Psicólogo!!!



 Escrito por paulo sëa às 23:05
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Feliz dia dos Pais

Este com certeza foi um dia feliz!!!



 Escrito por paulo sëa às 12:27
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Não deixem de ler!!!!

As escolhas em relação à aparência seriam baseadas nas pessoas que cercam o indivíduo

Cuidado comigo!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 Amigos gordos podem influenciar no aumento de peso, diz estudo

Uma equipe internacional de cientistas afirmou que as pessoas são influenciadas de forma subconsciente pelo peso daqueles que os cercam, então amigos gordos podem levar uma pessoa a engordar também.

O estudo de cientistas da Universidade de Warwick, Dartmouth College e Universidade de Leuven chamou o fenômeno de "obesidade imitativa".

A pesquisa foi apresentada em uma conferência de economia em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos e analisou dados relativos a 27 mil pessoas de toda a Europa.

Os cientistas sugerem que as escolhas em relação à aparência são baseadas nas pessoas que cercam o indivíduo. Então, se as pessoas com as quais um indivíduo convive são gordas, seria admissível ser gordo também, segundo os pesquisadores.

Para Andrew Oswald, professor da Universidade de Warwick que participou do estudo, "o crescimento da obesidade precisa ser pensado como um fenômeno sociológico e não um fenômeno psicológico".

"As pessoas são influenciadas por comparações relativas, as regras mudaram e ainda estão mudando", afirmou.

Ricos e pobres
Oswald afirma também que o "consumo de calorias aumentou, mas ninguém nos disse a razão de as pessoas estarem comendo mais".

"Alguns argumentaram que a obesidade é produto de alimentos mais baratos, mas se gordura é uma resposta ao maior poder de compra, por que observamos, de forma rotineira, que as pessoas ricas são mais magras que as pobres?", questiona o cientista.

"Muitas das pesquisas sobre obesidade, que destacaram o estilo de vida sedentário ou a biologia humana ou o fast-food, não prestaram atenção no ponto mais importante."

Mas, para o médico David Haslam, diretor clínico do Fórum Nacional de Obesidade da Grã-Bretanha, as causas do aumento na obesidade são mais complexas.

"É um pouco de atrevimento apontar as influências sociológicas - existe muito mais do que isto."

"Se você está cercado de pessoas, sejam amigos ou na casa de seus familiares, que estão acima do peso, você está dividindo o mesmo ambiente onde há mais chances de haver abundância do tipo errado de alimentos", afirmou.

O estudo das universidades européias também descobriu que cerca de metade das mulheres da Europa que participaram da pesquisa se sentem acima do peso. Pouco menos de um terço dos homens pesquisados sentem o mesmo.



 Escrito por paulo sëa às 22:54
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Surpresas da vida...

Nada como um dia após o outro né!?

Eu li num livro estes dias uma frase de um poeta norte americano que diz:

"Primeiro nós fabricamos os nossos hábitos e depois eles nos fabricam." Dryden

essa frase, com certeza, sera um marco na minha vida.... hoje descobri que pela pessoa que sou, gostem vcs ou não, hehe, fui escolhido e convidado para assumir "algo" (que por enquanto é segredo), estou muito feliz por isso e queria compartilhar essa felicidade com todos.

Aproveito pra agadecer a Deus e Meishu-Sama, os amigos que torcem por mim, minha familia e minha esposa Ana Cristina.

abraços...



 Escrito por paulo sëa às 23:46
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POSTAR É A ROTINA DO BLOG....

A idéia é a rotina do papel
O céu é a rotina do edifício
O início é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto
A rotina do jornal é fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é o rock
O coração é a rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento e a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio

A rotina do perfume é a lembrança
A rotina do pé é a dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo
A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem sua beleza descubra a sua.



 Escrito por paulo sëa às 22:51
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POSTAR É A ROTINA DO BLOG....



 Escrito por paulo sëa às 22:34
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- : Chatice minha : -

Existem coias que fogem ao nosso controle, o humor por exemplo...... como pode atrapalhar tanto a vida da gente e consequêntemente das pessoas que amamos também? Somos diferentes e cada um de nós age, pensa, enxerga e faz tudo a sua maneira e não aceitar isso acaba gerando uma irritação e uma ansiedade, eu particularmente acabo ficando quiéto e muitas vezes isso é visto, sentido ou interpretado como se eu estivesse bravo ou chateado com alguém podendo gerar algum tipo de conflito desnecessário.... Essa coisa de ficar remoendo essa não aceitação e ao mesmo tempo ter que aceitar juntamente com a vontade de falar, discutir o assunto é doloroso, mais as palavras não saem.... Existe algo, inexplicavel, infinitamente forte que impede que isso aconteça.... Coisa de louco!!! Nessa hora muita gente já percebeu q algo esta errado, embora não consiga saber exatamente o quê..... Parece que estou ignorando o outro.... Mais quero que entendam que é simplismente chatice, não tenho medo de assumir isso....... o que não quero é magoar as pessoas que AMO.....

 Escrito por paulo sëa às 17:30
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Veja o que deve ser evitado na hora de atuar em grupo...

Conheça os 10 principais erros no trabalho em equipe

Cada vez mais o mercado de trabalho exige dos profissionais excelência em comunicação e facilidade para trabalhar em equipe. Ocorre que em boa parte dos casos o sucesso no desempenho dessas tarefas esbarra na falta de bom-senso e de limites entre o que pode ou não ser feito e dito para os colegas da empresa. O Universia conversou com especialistas de carreira que listaram algumas atitudes imperdoáveis no relacionamento diário de uma equipe. Elas poderão ajudá-lo a não sofrer as conseqüências de uma piada fora de hora ou do mau-humor de um membro da turma.

Fazer fofoca de colegas ausentes

"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".

Paulo de Castro Braune - Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.

Rejeitar o trabalho em equipe

"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".

Ricardo Dreves - Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.

Ser antipático (a)

"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".

Marcelo Abrileri - presidente do site de empregos Curriculum.

Deixar conflitos pendentes

"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".

Beatriz Maria Braga Lacombe - professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo

Ficar de cara fechada

"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".

Julia Alonso - Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutamento e seleção de estagiários e trainees.

Deixar de cultivar relacionamentos

"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. É importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".

Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Não ouvir os colegas

"É importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. É necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".

Cristiane Leão - analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes - São Paulo.

Não respeitar a diversidade

"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".

Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.

Apontar o erro do outro

"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. É melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".

Doutor Helio Roberto Deliberador - professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Ficar nervoso (a) com a equipe

"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".



 Escrito por paulo sëa às 23:48
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Neuromarketing, a ciência q estuda a mente do consumidor

Entender o comportamento do consumidor é a grande meta de qualquer plano de Marketing de uma empresa. Não faltam seminários, livros, reportagens, artigos e documentários que fazem sua parte ao tentar decifrar essa imprevisível e complexa troca que acontece entre quem compra e quem vende um produto. A novidade dos últimos anos é que até mesmo a ciência está estudando isso. O Neuromarketing ainda está dando seus primeiros passos, porém, diversas corporações preferem não perder tempo e já começam a realizar estudos nesta área.

O Neuromarketing surgiu no final da década de 1990 através de estudos acadêmicos de um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos. Um deles, Gerald Zaltman, médico e pesquisador da universidade norte-americana de Harvard, teve a idéia de usar aparelhos de ressonância magnética para fins de Marketing, e não estudos médicos.

O termo “Neuromarketing”, no entanto, só viria a ser conhecido alguns anos atrás, cunhado por Ale Smidts,  um professor de Marketing na Erasmus University em Roterdã, Holanda. E foi no início desse século que esta “ciência” passou a ganhar maior atenção, de tal forma que a próxima década pode marcar a consolidação dessa ferramenta.

Fortalecimento do Neuromarketing
Isso ficou ainda mais forte com a divulgação de uma pesquisa científica no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. O estudo consistia na experimentação dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola. Em um dos casos, os experimentadores não sabiam qual era a marca a bebida que tomaram.
 
Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi. Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas. Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor.

Com tal precisão, o Neuromarketing é possível monitorar as emoções vividas durante as experiências de consumo. Essa ciência estuda neurologicamente o estado cerebral de uma pessoa quando expostos a mensagens relacionadas com experiências de consumo, tornando possível a identificação das zonas do cérebro estimuladas. Os aparelhos de ressonância magnética fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e reações.

Vantagens e limitações
Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir que sentimento uma campanha de Marketing desperta nas pessoas. Isso permite que uma empresa saiba elaborar melhor suas ações, de forma que instigue nas pessoas o que ela deseja. Além disso, é uma fonte de pesquisa mais confiável, uma vez que as respostas dadas a consultores em questionários podem muitas vezes não ser sinceras, apenas refletir uma experiência recente ou influenciada pela resposta de outros (como acontece em sessões de grupo).

Apesar de mais confiáveis que as estatísticas tradicionais, não se pode dizer ainda que os resultados obtidos por meio do Neuromarketing são 100% verdadeiras. Afinal, descrever os sentimentos através de impulsos elétricos ou fluxo sanguíneo é afirmar que o ser humano possui resposta pronta a certos estímulos, equivalendo-o a um simples robô produzido em série. “Isso significa que teremos de admitir os limites do Neuromarketing, uma vez que esta técnica se centra, tantas vezes exclusivamente, no exercício resultante, assombrando erradamente modelos de representação da existência humana”, comenta Paulo Vieira de Castro, Diretor do Centro de Estudos Aplicados em Marketing do Instituto Superior de Administração e Gestão do Porto, em Portugal.

Emoções pessoais e sócio-culturais também entram em jogo, o que explica ainda mais a falta de exatidão. Entre outras limitações está a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de Marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final.

O complexo comportamento do consumidor
Pensando por esse lado, pode-se afirmar que o Neuromarketing vem não para desvendar, mas sim atestar a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor. Esta nova ferramenta atenta para a necessidade de uma abordagem mais íntima com o cliente, tratando-o como um verdadeiro fã da marca ou produto. Afinal, o consumidor não apenas avalia a utilidade de um produto ou a confiabilidade que uma marca o empresta. Há também uma série de fatores emocionais que podem influenciar o sucesso ou fracasso de um lançamento, desde o patriotismo até a simples aversão ao nome.

Essa limitação é melhor explicada por Paulo Vieira de Castro através de uma simples metáfora sobre um rio violento, onde são suas margens que o comprimem, explicando a sua violência. Segundo o especialista, o Neuromarketing falha ao ignorar as margens das relações humanas e desvaloriza o entendimento integral do ser humano. Isso explica porque ações como Marketing Social e Ecológico podem refletir em boas vendas. “Devemos refletir a propósito da idéia de Ray Jackendorff (co-diretor do Centro de Estudos Cognitivos na Tufts University), segundo a qual o essencial da nossa inteligência não está associado inteiramente à consciência. Penso que estamos muito longe da verdadeira consciência, isto no que ao consumo diz respeito”, conta Vieira de Castro, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O Neuromarketing vale, portanto, como indicativo, e não prova, de um sucesso. Suas pesquisas podem avaliar as melhores cores a serem aplicadas em produtos e embalagens, examinar que reações um consumidor manifesta enquanto consume um produto, observar o subjetivismo na sua relação com a marca e produto, entre outros exemplos. Basicamente, ele testa se uma ação realmente desperta o sentimento desejado nas pessoas pela empresa e se ele influencia na sua decisão de compra. Ou seja, sua utilidade está em observar como o cérebro funciona e alinhar ações de Marketing ao funcionamento desejado, por mais que seja impossível controlá-lo, uma vez que estamos falando de pessoas.

Essa ciência também pode ser uma boa aliada na hora de enfrentar as artimanhas da concorrência. Uma empresa pode descobrir as falhas de comunicação de uma ação dos concorrentes e criar contra-campanhas em cima disso, de forma a evidenciar melhor esses “buracos” e contrapor com as vantagens do seu produto. “Se a sua mensagem não for passada corretamente, a campanha da sua empresa acabará servindo apenas à concorrência”, alerta Alex Born, autor do livro “Neuromarketing – O genoma do Marketing, o genoma das vendas”. (por Guilherme Neto)



 Escrito por paulo sëa às 23:48
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Me deixa dormir, pô!!!



 Escrito por paulo sëa às 00:04
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 Escrito por paulo sëa às 20:37
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Terça Insana - Dona Edith



 Escrito por paulo sëa às 22:59
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Vale a pena Assistir... detalhes e comentário, clique aí do lado em "outros sites" planeta marketing...



 Escrito por paulo sëa às 22:46
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